Não consigo parar de ouvir: John Mayer e Carla Bruni

Há algumas semanas, resolvi reativar meu tumblr e escolhi um novo tema para ele: amor. Não apenas o amor romântico, mas também o amor carnal e, preparando a playlist que começa a tocar automaticamente assim que o blog abre, adquiri alguns vícios musicais novos.

O primeiro é o John Mayer, que já conheço há bastante tempo. Seu primeiro disco foi lançado em 2001 e desde então ele está aí nas paradas, arrasando o coração de muitas mulheres e esquentando o clima de outras. Seus principais sucessos são Daugthers, Your Body is a Wonderland, Why Geoergia, Neon, Waiting on the World to Chance, entre outras.

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Carla Bruni é mais conhecida por ser modelo, atriz e casada com o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy. Mas o que interessa aqui é o talento musical da moça, que tem canções em Inglês e Francês igualmente incríveis. A mais conhecida, sem dúvida alguma, é Quelqu’un m’a ditnome também de seu primeiro disco, lançado em 2003. Depois dele, foram lançados mais dois discos: No Promises (2007) e 

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Em inglês, Those Dancing Days Are Gone (o clipe é lindo e ela está muito bonita nele – aliás, ela nunca está feia!)

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Alain de Botton e Religião Para Ateus

Estou lendo um livro muito curioso, que ora me irrita ora me leva a conclusões muito interessantes: “Religião para Ateus”, do inglês Alain de Botton. Não sou ateia, ainda tenho minhas dúvidas e minhas crenças. Já falei isso em outro post, mas o livro anda me deixando tão intrigada que resolvi falar novamente!

Alain de Botton afirma em seu livro que apesar dos ateus – categoria na qual ele mesmo se inclui – não acreditarem na existência de Deus, é possível encontrar aspectos positivos nas religiões que levam as pessoas a lidarem melhor com a vida secular. Segundo ele, o fato de não crer em Deus não elimina as nossas principais questões existenciais como “o sentido da vida”, “a morte”, “a solidão” e que, nesse ponto, as religiões possuem meios de confortar em indicar bons caminhos até mesmo àqueles que não possuem nenhuma fé. Não há como discordar disso, pois, se não cremos em Deus, estamos ao mesmo tempo livres e jogados à nossa própria sorte, o que pode ser positivo para uns e muito danoso para outros.

Porém, há uma grande diferença entre ter conhecimento espiritual (conhecimento dos ensinamentos e valores religiosos) e ser uma pessoa espiritualizada (aplicar esses valores que remetem à bondade e ao bem, e que nem sempre são adquiridos através da religião), e é essa a questão: nem todo mundo que possui uma religião é espiritualizado e há pessoas que mesmo sem religião são muito espiritualizadas.

Será que o problema do mundo e dos ateus é mesmo a falta de valores religiosos para guiar todos a uma vida moral e digna?

Eu acredito que não: “o buraco é bem mais embaixo”! Precisamos de educação e entender que os princípios básicos de fé e não-fé são muito pessoais, não devendo ser aplicados a todos. Por melhores que sejam as intenções do livro e de tantos ensinamentos religiosos, ainda acredito que tudo seja questão de caráter e consciência, não de quem possui ou não valores religiosos em seus princípios.