Dica de Livro do Dia #11 – As Crônicas Vampirescas, de Anne Rice

A série a seguir está na minha wishlist há tempos! Assim que eu conseguir terminar os cinco livros que estou lendo ao mesmo tempo, começarei a ler estes! As Crônicas Vampirescas possuem três volumes: Entrevista com o Vampiro (sim, aquele mesmo do filme!), O Vampiro Lestat e Rainha dos Condenados (que foram filmados juntos para o filme Rainha dos Condenados, lançado em 2002).

Sinopse: Uma história que começa com a ousadia de um jovem repórter ao entrevistar Louis de Pointe du Lac, nascido em 1766 e transformado em vampiro pelo próprio Lestat, figura apaixonante que terminará, ao longo da série, arrebatando multidões como cantor de rock. Louis, esse vampiro que se recusa a livrar-se das características humanas e aceitar a crueldade e a frieza que marcam os vampiros, continua a contar a história desde o início. É um mundo de uma fantasia impressionante, um mundo gótico, romântico, esse criado por Anne Rice (…).

Sinopse: A história de Lestat, um aristocrata que resolve tornar-se ator na Idade Média, e torna-se vampiro ao acaso. Conheça sua vida ao longo dos séculos e como se transforma em um ídolo do rock na atualidade. Apesar do sucesso imediato atingido com o clássico Entrevista com o vampiro (1976), foi com a publicação de O vampiro Lestat (1985), o segundo volume das Crônicas Vampirescas, que a escritora Anne Rice transformou-se num fenômeno literário. Hoje a autora conta com uma extensa coleção de best-sellers e uma legião fiel de fãs em todo o mundo. E sua criatura mais famosa segue o exemplo. O vampiro Lestat é como um Michael Jordan da literatura gótica. Tem newsletter própria e os mais diversos produtos com a sua marca — de bonecos a vinhos nobres.

Sinopse: Em A rainha dos condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia. Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue. Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música. Impossível não segui-la hipnoticamente até a última página.

*Curiosidade: escrito em 1976, a tradução de Entrevista com o Vampiro para português foi feita pela Clarice Lispector.

Dica de Livro do Dia #10 – Convite à Filosofia, de Marilena Chauí

A dica de hoje é um livro de uma das grandes filosofas e historiadoras do Brasil, Marilena Chauí. Durante todo o meu Ens. Médio senti que os professores de Filosofia pecavam em muitos aspectos, levando a maioria dos alunos ao desinteresse pela matéria. Apesar de fazer parte daquilo que as pessoas consideram pouco importante, acredito que a Filosofia tem um papel muito importante na formação das pessoas e é por isso que recomendo muito esse livro. Estou na metade e não consigo parar de grifar frases e anotar algumas definições.

Marilena Chauí, além de escritora, é professora da FFLCH – USP, escreveu diversos outros títulos e recebeu, em 1994, o Prêmio Jabuti por ‘Convite à Filosofia’. É apenas mais um prêmio dentre tantos.

Sinopse: Um exercício do pensamento, que fomenta a reflexão crítica e lança um facho de luz sobre questões do dia-a-dia, realçando seu caráter histórico e ampliando os horizontes do leitor – eis o alcance deste livro. Convite à Filosofia é uma obra que utiliza o próprio instrumental filosófico para atualizar conceitos e fazer uma releitura dialética do mundo por uma das mais consistentes intelectuais do país. De suas páginas emergem os grandes temas da discussão filosófica, como Razão, Verdade, Conhecimento, Ciência, Ética, Política, Arte, Técnica, Religião, Metafísica, História, Lógica. 

Dica de Livro do Dia #9 – A Garota Americana, de Meg Cabot

Fim de semana chegando novamente thanks God, e aqui vai aquela dica para descontrair e mergulhar num universo longe do stress semanal! A Garota Americana, de Meg Cabot, assim como a maioria dos livros da autora, é mais voltada a literatura infanto-juvenil. O livro conta a história de uma típica menina americana que vê sua vida mudando completamente de rumo quando, sem querer, salva o presidente dos EUA da morte! Bem fantasioso e uma delícia de ler! Ótimo também para presentear alguém!

O livro, na verdade, é uma série, que contem dois livros, sendo a continuação chamada “A Garota Americana – Quase Pronta.”.

Sinopse: A GAROTA AMERICANA acompanha o cotidiano de Samantha, uma típica garota americana, que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Até que um dia resolve matar aula de arte e, por acaso, salva o presidente americano de uma tentativa de assassinato. Samantha logo vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser nomeada embaixadora da ONU, sem saber exatamente o que o cargo significa.

Dica de Livro do Dia #8 – Um Dia, de David Nicholls

Esse livro foi recentemente adicionado à minha lista de desejos! Assisti ao filme e chorei MUITO, e como muitos que passam por aqui já sabem, adoro um drama para chorar! “Um dia – 20 anos, duas pessoas, um dia”, que eu prefiro chamar de “One Day” por que é menos estranho,  é simplesmente lindo!

Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

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Personalidade da Semana #1: Kat Von D

Katherine Von Drachenberg, ou Kat Von D, nascida no México, com sobrenome alemão, e filha de pais argentinos, é uma tatuadora que ficou famosa por fazer parte do seriado Miami Ink e, posteriormente, ser protagonista do seriado L.A. Ink, que mostra o dia-a-dia de seu estúdio de tatuagens, High Voltage Tattoo, na cidade de Los Angeles. Além disso, a vida de Kat Von D se tornou pública após assumir seu namoro com o baixista da banda Mötley Crüe, Nikki Sixx, que durou de 2008 a 2010.

Mas, o que realmente importa é o trabalho de Kat Von D! Em uma profissão geralmente ocupada por homens, Kat começou a tatuar aos 14 anos e se destacou por fazer retratos de pessoas em preto e branco na pele de clientes que sonham em ter um desenho seu tatuado na pele. Entre alguns nomes que ela tatuou temos  Lemmy Kilmister do Motörhead, Jared Leto, Lady Gaga, Bam Magera e Steve-O, do Jackass, membros das bandas Green Day, Avenged Sevenfold, My Chemical Romance, Slayer, Nickelback, entre outros.

Em 2009, Kat Von D lançou seu primeiro livro, High Voltage Tattoo, onde apresenta fotos de suas melhores tatuagens e as histórias por trás das mesmas. O livro ficou em sexto na lista dos mais vendidos do New York Times. Em 2010, foi lançado seu segundo livro, The Tattoo Chronicles, um diário ilustrado de sua vida. Em 2008, Kat Von D criou uma linha de cosméticos da Sephora, com maquiagens e fragâncias.

Primeiro livro de Kat Von D, uma autobiografia que conta a trajetória de sua carreira, desde o gosto pela pintura herdado da avó, passa pelo seu primeiro trabalho feito aos 14 anos e conta histórias de suas tatuagens feitas em amigos famosos e grandes roqueiros!
Kat Von D e seu segundo livro, The Tattoo Chronicles.
Tributo de Nikki Sixx a seu companheiro de banda Mick Marks feito por Kat Von D
Elvis Presley, Kurt Cobain e Audrey Hepburn;

Dica de Livro do Dia #7 – Misto-Quente, Charles Bukowski

Um livro de Bukowski sempre deixa sua marca. É o que eu diria sobre Misto Quente. Recomendo esse livro para aqueles que gostam de uma literatura fora dos padrões românticos e ideais dos best-sellers americanos. A literatura de Bukowski é visceral, pesada, punk! Considerada um poeta maldito, Bukowski é escatológico, anti-literário, vulgar, politicamente incorreto, alcoolatra e dramático. Misto Quente conta a história de Henry Chinaski, um personagem inspirado na vida do próprio autor, que vive nos EUA na recessão após a crise de 1929. O livro tem a intenção de mostrar a humanidade como ela realmente o é: sem sentido, egoísta, discriminatória e hipócrita. Vale a pena ler se você tiver estômago. Eu gosto!

Sinopse: O que pode ser pior do que crescer nos Estados Unidos da recessão pós-1929? Ser pobre, de origem alemã, ter muitas espinhas, um pai autoritário beirando a psicopatia, uma mãe passiva e ignorante, nenhuma namorada e, pela frente, apenas a perspectiva de servir de mão-de-obra barata em um mundo cada vez menos propício às pessoas sensíveis e problemáticas. Esta é a história de Henry Chinaski, o protagonista deste romance que é sem dúvida uma das obras mais comoventes e mais lidas de Charles Bukowski (1920-1994). Verdadeiro romance de formação com toques autobiográficos, Misto-quente (publicado originalmente em 1982) cativa o leitor pela sinceridade e aparente simplicidade com que a história é contada. Estão presentes a ânsia pela dignidade, a busca vã pela verdade e pela liberdade, trabalhadas de tal forma que fazem deste livro um dos melhores romances norte-americanos da segunda metade do século 20. Apesar de ser o quarto romance dos seis que o autor escreveu e de ter sido lançado quando ele já contava mais de sessenta anos, Misto-quente ilumina toda a obra de Bukowski. Pode-se dizer: quem não leu Misto-quente, não leu Bukowski.